No caminho à Pomerode, passamos pela antiga casa da Família de Wilhelm Blank, na rua XV de Novembro, muito antes do Pórtico.
Wilhelm
Blank nasceu na Pomerânia e tinha 9 anos quando veio da Alemanha
para o Brasil acompanhado dos pais e mais um irmão. Atravessaram o oceano num
veleiro, Segelschiff, numa viagem que, segundo relato da
família, durou 18 meses.
Wilhelm,
cujo nome de batismo foi Johann Friedrich Wilhelm Blank, nasceu
em 26 de outubro de 1865 em Polzin, na então Pomerânia e faleceu em 25 de março
de 1931, em Pomerode. Casou-se pela primeira vez em 19 de abril de 1888 com
Caroline Johanne Fredericke Hein, filha de Friedrich Hein, nascido em 07 de abril de 1832, na Pomerânia e falecido em 20 de novembro de
1908, em Pomerode e Johanne, (nascida Radünz), nascida em 24 de outubro de 1865 em Jarchelin, Pomerânia e falecida em 8 de maio de 1898, em Pomerode. Tiveram 8 (oito) filhos e ao dar à
luz a caçula Wilhemine Marta Johanne, acometida de febre e infecção pós-parto,
veio a falecer nove dias mais tarde. Embora Wilhelm consultasse
seus livros de medicina caseira recebidos por assinatura da Alemanha, todos os
esforços para salvar a esposa foram inúteis.
A casa
da família existe hoje ainda, na rua XV de Novembro n. 4450, e sua arquitetura
é típica germânica, em estilo enxaimel. A frente da casa é composta de uma
varanda com colunas arredondadas e de tijolos aparentes. Nos fundos e na
lateral da casa havia um curral e mais um galinheiro. Era comum que galinhas
fossem roubadas pela vizinhança, mas como havia muitas, esses roubos ocasionais
não causavam maiores prejuízos.
Por
toda extensão dos fundos do terreno encontravam-se árvores frutíferas como
goiabeiras, laranjeiras, tangerineiras, limeiras e limoeiros. Ainda nos fundos
da casa, subindo o morro que era coberto por mata-virgem, havia pés de
ingazeiros, caquizeiros, caramboleiras, jabuticabeiras, pitangueiras,
bananeiras, corticeiras, araçazeiros e árvores de fruta-do-conde, também
conhecida como anona. Com muitas dessas frutas as mulheres elaboravam doces e
geléias. A vida
nessa propriedade consistia em trabalho na lavoura e na produção de vinhos e
licores de frutas.
Assim que as crianças conseguiam segurar uma enxada ajudavam
a arrancar mata-pasto e debulhar
milho. Gostavam do serviço, mesmo sentindo o sol do verão calar em seus corpos
ou o frio do inverno com suas geadas. A alegria dos pais era transmitida aos
filhos pelo impulso que os animava a persistir no serviço em épocas mais duras.
Quando necessário, vizinhos e parentes também
ajudavam, pois plantava-se de tudo e não faltava o que fazer, nem mesmo o que
comer. As mudas e sementes de todo tipo de cultura, inclusive flores, eram
trocadas entre os colonos. Muitas espécies tinham sua reprodução de ramas,
estacas ou bulbos. O aipim foi um produto amplamente cultivado e usado para
fazer fécula, tapioca e polvilho para o consumo próprio e para comércio. Além
desta raiz, havia os tubérculos: batata-doce, mangarita ou taioba e taiá.
Plantava-se ainda: cana-de-açúcar, milho, café, feijão, verduras e frutas
diversas.
O
alimento para os animais também era produzido em casa, pois havia gado bovino,
porcos, ovelhas, galinhas, patos, gansos e marrecos, além de algumas cabras,
cabritos e oito cavalos que auxiliavam no trabalho de puxar as carroças e os
arados. Alguns gatos e cachorros alegravam e divertiam as crianças, além de
cuidar da casa.
Do
primeiro casamento de Wilhelm, com Caroline Johanne Fredericke Hein, nasceram
os seguintes filhos:
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| Wilhelm e Johanne |
Friedrich
(?) August Blank, nascido em 31.12.1888, foi batizado
em 03.02.1889; casou-se pela primeira vez em 09.10.1918 com
Alma M. Greuel, nascida em 23.08.1898. Tiveram três filhos Úrsula, Harry e
Nudy. Harry era gêmeo de um bebê falecido no parto. Do segundo casamento, com
Amanda Eigenberg, nascida em 21.03.1904 e falecida com 78 anos, em 22 de março,
teve cinco filhos: Bruno, Agnes, Linda, Lucia e Elvira.
Friedrich,
mais conhecido como Fritz, tinha uma padaria que ficava na casa em
frente à casa dos pais, em Rio do Testo. Além do pão produzia e comercializava
vinho de carambola e laranja. Quando se casou, mudou-se para Taió, onde comprou
terras e trabalhou na agricultura. Além dessa atividade praticava comércio na
cidade de Rio do Sul, para onde levava as mercadorias em batera, um tipo de
canoa. Mas este transporte só podia ser realizado com êxito quando o nível do
rio estava mais alto, isto é, quando se elevava após algumas chuvas, caso contrário
as corredeiras do rio impediam o transporte. Estas canoas eram manejadas com
remos ou mesmo com taquaras. Em Taió, Fritz participou ativamente da fundação
da cidade.
Wilhelmine
Alwine H. Blank, nascida em 10.10.1890, foi batizada em 21.12.1890;
casou-se em 09.03.1911 com Hermann Grützmacher, nascido em
24.10.1887. Tiveram sete filhos Emma Johanna Anna (*25.01.1912), Hedwig,
Frieda, Illa (Guilhermina(?)), Hermann, Gerhard e Edgar.
Wilhelmine e o marido foram lavradores e donos de terras em Rio Cerro, no Serraberg, onde tinham uma grande
produção de alimentos. Construíram um monjolo e produziam melado de cana e
açúcar mascavo. A cultura de arroz também fazia parte do empreendimento.
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| Casa Família Gruetzmacher |
Anna Augustine
Wilhelmine Blank, nascida em 05.03.1892, casou-se com Heinrich Letzow e tiveram cinco filhos Harold e Waldemar (gêmeos),
Alfons, Emma e Wally. Moravam no Serraberg, em Rio Cerro. Heinrich
era charuteiro.
Marie W.
Bertha Blank nascida em 22.07.1893, casou-se com Adolph Bernhard Hermann Konell (nascido em 06.04.1892, filho de
pai ilegítimo e de Bertha Konell). Tiveram dois filhos Tusnelda e Rubens.
Moraram em Rio
do Testo, na entrada da cidade de Pomerode, onde atualmente se encontra uma
farmácia. Adolph era funileiro da firma Weege, em Pomerode. Com mais
idade e já viúva, Marie mudou-se para a casa da filha Tusnelda (ou
Tussi), na Alameda Rio Branco, em Blumenau.
Robert L. Otto
Blank nascido em
17.03.1895 (gêmeo), casou-se com Wilhelmine Oltmann
e tiveram três filhos Irmgard, Ethel e Margot.
Robert era um exímio alfaiate e montou uma alfaiataria e
tinturaria na Rua XV de Novembro, local da atual Relojoaria Universal, em Blumenau. Sua esposa
também era costureira e auxiliava na alfaiataria.
Alwin Heinrich
(?) Blank nascido em
17.03.1895 (gêmeo), casou-se com Anna Luy e tiveram
três filhos Irma, Ingrid e Quito.
Alwin era sapateiro e aprendeu o ofício em Joinville,
quando ainda era jovem. Consertava e fabricava sapatos sob medida e teve a
primeira loja de calçados em Pomerode, no centro, nas proximidades do
Cemitério. Sua loja era bonita e bem conceituada. Mais tarde, no mesmo local,
os descendentes instalaram a Confeitaria “Tortenparadies”. A Rua Alwin Blank,
no centro de Pomerode, leva o nome em sua homenagem. O
filho Quito, aos nove anos, ajudava o pai na confecção de tacões e solas de
borracha.
Pauline Anna
Ottilie Blank nascida em
02.12.1896; casou–se com Hermann Schwanke e teve quatro
filhos Egon, Heinz, Rita e Ilse.
Pauline tinha o hábito de vender malhas em quilo, em casa. Primeiramente
o casal morou em Pomerode, na Rua XV de Novembro n. 406. Mais tarde se mudaram
para Blumenau e estabeleceram a Loja Schwanke, no bairro da Velha.
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| Rita e Ilze Schwanke |
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| Heinz e Egon Schwanke |
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| Fritz, Wilhelmine, Anna, Marie e Pauline |
Wilhelmine Marta Johanne Blank; nascida em 29.04.1898; casou-se com Joseph Probst e tiveram dois filhos Otte e Arno.
Wilhelmine,
conhecida apenas como Johanne trabalhou como Haustochter (babá) em uma casa de família em Joinville. Trabalhou
também numa confeitaria em Pomerode, que se localizava em frente a uma fábrica
de pentes e artefatos de chifre, de propriedade de Joseph Probst, um jovem
recém chegado da Suíça com seus pais. Ele trouxera da Suíça todo o maquinário
para a fábrica e tinha como sócio Aldo Urban, um político da cidade. Após o
casamento, mudou-se para Blumenau, onde reinstalou a fábrica e associou-se com August Schulz. Mais tarde, deixando a fábrica para os sócios,
seguiu para São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, cidade de colonização
germânica, onde instalou nova fábrica. Localizada na Vila Charlau, recebeu o
nome de Fábrica de Pentes e Artefatos de Chifres “Probst”. Nessa fábrica eram
confeccionados pentes de vários tipos, além de colheres, garfos e pás para
bolo, calçadeiras de sapatos e outros artigos.
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| Johanne, Otti Probst e Emilie (Blank) Schulz |
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| Johanne, jovem |
Quando
faleceu sua esposa Johanne Hein após o parto desta última filha, Wilhelm Blank
viu-se só, de uma hora para outra, com oito filhos, a produção de vinhos e
licores e todo o campo para cuidar. Enquanto a esposa era viva, a família contava com a ajuda da babá Anna Oestreich. Com a falta da mãe, as crianças da casa chamavam por Anna, a babá, e por fim Wilhelm foi à casa dos pais de Anna e pediu-a em casamento. Menos de três meses após
a morte da esposa Johanne foram realizadas as bodas.
Wilhelm
casa-se então, pela segunda vez, em 22 de julho de 1898 com Anna Oestreich;
nascida em 24 de junho de 1878, em Blumenau e falecida em 22 de julho de
1956. Era filha de Wilhelm Oestreich e Emilie (nascida Gustmann).
O casal teve nove filhos:
Bertha
Wilhelmine Emilie Blank; nascida em 12.05.1899, casou-se em 16.05.1928, em Blumenau com Otto Marquardt, nascido em
10.05.1891 e filho de August Marquardt, vindo da Alemanha, e de Wilhelmine
Teich. Tiveram uma filha: Elgita, nascida em 25.05.1929 que, casada com
Casemiro Gregório, teve seis filhos: Marli, Cláudio Davi, Liliane, Luiz Carlos,
Celso Roberto e Rosângela.
Bertha aprendeu costura e chapelaria, em Joinville. Adquiriu
as formas, que eram de madeira e se tornou habilidosa na arte de confeccionar
chapéus femininos e confeccionava-os sob encomenda, no modelo desejado.
Na foto: as moças usando chapéus confeccionados por Bertha
Wilhelm Emil
Albert Blank, nascido em 09.12.1900, casou-se em 17.01.1924 com Alwine Schernikau, nascida em
16.01.1900 e tiveram uma filha Asta.
Wilhelm trabalhou com o pai na indústria de vinhos, licores e
bebidas finas, juntamente com Otto Marquardt, marido de Bertha (filha de
Wilhelm Blank). Além de vinho de uvas, faziam vinho de jabuticabas, banana,
coquinho e outras frutas, com receitas desenvolvidas por Otto. O pai Wilhelm
permanecia fiel ao receituário vindo da Alemanha, mas os jovens ousaram novas
receitas. O filho Wilhelm também fazia localização de águas subterrâneas
com forquilha. Após a morte do pai, foi trabalhar no comércio, com Bubi, em
Blumenau.
Erich Albert
Friedrich Blank nascido em 06.08.1902, casou-se em 31.05.1930 com Herta
Dittrich, nascida em 20.04.1909 em Blumenau, filha de Hermann Dittrich e Emilie
(nascida Meyer). Tiveram uma filha Sílvia.
Erich trabalhou algum tempo na Companhia Weege, em Pomerode. Mais
tarde foi comerciante em Rio do Sul, na Companhia Paul's. Também trabalhou em
Blumenau, no início da Rua Coronel Federsen, perto de onde passa o Rio
Itajaí-Açu e onde se localizava um dos portos de balsas de areia e “chatas”. As
“chatas” eram engatadas umas nas outras, no máximo de seis e carregadas de
madeiras vindas de Rio do Sul e Lages. Deste porto eram rebocadas pelo Vapor
Blumenau até o porto de Itajaí, de onde retornavam com outras mercadorias numa
viagem que normalmente durava 8 horas. Não havia, na época, transporte de
mercadorias do litoral para o Vale do Itajaí por caminhão e como Erich sabia
dirigir esses veículos, fazia tais serviços.
Emilie Bertha
Anna Blank nascida em
28.08.1904 e falecida em 05.02.1994. Casou-se em
28.05.1927 com August Schulz, nascido em 03.07.1905 com quem teve
três filhos Ingomar, casado com Janina Schulz (nascida
Neuwiem) e falecido em 18.06.2005; Agathe, casada com Fábio Magnani e Eldritha, casada com João
Valdir Klitske).
Emilie, quando
jovem, seguiu para Joinville e foi aprendiz de costura na indústria de
confecções Vogelsanger, onde trabalhava em troca de comida e moradia. Quando se
casou com August mudou-se para Benedito Novo, onde o casal abriu um pequeno
comércio de secos e molhados. Tempos depois mudaram-se para Blumenau e alugaram
a casa no bairro Vorstadt que hoje abriga o Museu Fritz Müller. Anos depois
compraram um lote de terras na Rua Araranguá, onde construíram casa, fizeram
roça no morro e criaram muitos animais.
Ernst Emil
Otto Blank nascido em 28.08.1906, casou-se com Hulda Bachmann e tiveram dois filhos Etha e Lothar.
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| Casamento de Ernst e Hulda |
Ernst
profissionalizou-se como padeiro e montou sua própria padaria ao lado da casa
dos pais, em Pomerode.
Após o casamento mudou-se para Blumenau, onde trabalhou por
muito tempo na padaria do Sr. Schmidt, na Rua XV de Novembro. Mais tarde
trabalhou na fábrica de pentes e artefatos de chifre, de August Schulz. Com o
fechamento dessa fábrica, por motivo de racionamento de energia elétrica na
época da segunda guerra mundial, passou a refinar e comercializar sal.
Hedwig Iva
Anna Blank nascida em
11.06.1908, casou-se com Francisco Pires (natural
do Rio de Janeiro) e tiveram uma filha Ana Maria.
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| Agathe, Tânia, Ana Maria, Hedwig (sentada|), Francisco Pires e Emilie |
Hedwig, ainda jovem, trabalhou na Confeitaria Heinrich
Schmidt, localizada na Rua XV de Novembro, em Blumenau. Tempos
depois, ela e a irmã Hertha foram para o Rio de Janeiro e trabalharam como
domésticas. Hedwig conheceu e casou-se com Francisco Pires, taxista, e acabou
por se estabelecer na Cidade Maravilhosa pelo resto da vida. Em suas cartas aos
familiares, nos anos que se seguiram ao casamento, não deixava de enfatizar sua
enorme saudade do sul. Quando Quito Blank e Ingomar Schulz estavam prestando
serviço militar no Rio de Janeiro, era rotineiro visitarem e almoçarem, aos
sábados, em casa de sua tia Hedwig.
Alida
Emilie Ottilie Blank nascida em
26.03.1910 e falecida em 19.12.1927. Segundo relatos, Alida deixou todos consternados com sua morte prematura aos
dezessete anos, por problemas cardíacos.
Bubi
August Hermann Blank nascido em 13.12.1911, casou-se pela primeira
vez com Gertrud, com quem teve uma filha Brigita. O segundo casamento aconteceu
com Matilde.
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Brigitte, Gertrud e Buby
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| Buby e Matilde |
Conhecido
apenas como Bubi, era um exímio charuteiro e boêmio. De espírito alegre,
contava piadas com muita facilidade. Trabalhava em sua oficina de bicicletas,
localizada no porão do Hotel onde antigamente eram as Casas Pernambucanas, no
centro de Blumenau, em sociedade com o irmão Wilhelm. A sociedade com o irmão
perdurou por bons longos anos.
Hertha
Wilhelmine (?) Blank nascida em 19.07.1913, casou-se com Alwin Volkmann e teve dois filhos Ruth e Renato.
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| Ruth como "Schwester" |
Renato, com a gaita
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Hertha, como babá, no RJ
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Hertha morou algum tempo no Rio de Janeiro, em companhia da
irmã Hedwig, onde trabalhou como doméstica. Quando voltou a Blumenau, trabalhou
numa fábrica de confecção têxtil na Rua Itajaí. Casou-se com o alfaiate Alwin
Volkmann e passou a ajudá-lo na alfaiataria, primeiramente numa grande casa em Pomerode e anos depois numa casa em Blumenau. Após o nascimento do filho Renato, Hertha contraiu infecção pulmonar e veio a
falecer. Seguiram-se dias pesarosos para Alwin e os filhos. Emilie, uma das irmãs de
Hertha, tomou o nenê aos seus cuidados.
E esta foi a Saga de Wilhelm Blank e sua Família.
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| 4 Gerações: Anna, Emilie, Agathe e Tânia |
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| Alwine, Asta e Wilhelm Blank |