quinta-feira, 4 de junho de 2026

Por aí, em Santa Catarina: 500 anos de SC - Parte 6


 

    Quando Santa Catarina comemora 500 anos de legitimidade, relembro algumas das cidades que visitei e nas quais me hospedei, ou em casa de amigos, em alojamentos, acampamentos ou hotéis.

Há mais de 60 anos, cruzando estradas de barro, de paralelepípedo, calçamentos de pedra e asfalto a fim de visitar parentes e amigos e, de quebra, conhecendo cantos e recantos deste Estado Brasileiro apaixonante.

Listei quase 50 cidades em ordem alfabética e uma segunda lista composta pelas cidades do Litoral, às voltas de Penha e Canto Grande.

Palhoça

Em janeiro de 1984 mudamos de Blumenau para Florianópolis. Em maio assumi na CEF e como alguns dos amigos e funcionários eram moradores de Palhoça, foi assim que conheci a cidade. Entre um churrasco e outro, casamentos e aniversários, Palhoça acabou bem conhecida. O melhor acesso era por São José, passando-se pelo Centro Histórico,  pela ponte de madeira e chegando à Palhoça. Avenida principal de duas mãos, caminho simples, comércio simples e pacato. Bem no centro havia uma praça e numa das esquinas tinha uma casa construída por um funcionário da CEF. Era uma das casas mais bonitas! Ao longo da BR-101, às margens, havia apenas muito mato, alguma pastagem e capim. Muito mato. A cidade ficava lá pra dentro. Nem se via direito da BR-101. Mas como tudo muda nesta vida, Palhoça também teve seus dias de pujança, de crescimento. Quase não reconheço mais: há muito mais vias, mãos únicas em algumas, muito mais comércio, prédios, população e um lindo Centro de Cultura. Neste ano, em abril,  participei da FLIPALHOÇA, feira de livros e literatura. Nota 100 para Palhoça. Tudo bem organizado, perfeito.

                                 





Pomerode

 'Bora pra Pomerode? E naquele circuito 'tour' bem característico da D.Ellen: parar na Karsten, na Porcelana Schmidt, no Centro Cultural e a loja de artesanato, Na Oxford e, de quebra, a loja de cristais em Blumenau, no Passo Manso. Se for da hora, passamos por dentro, por Timbó: a paisagem de Pomerode-Timbó ou vice-versa, é muito bucólica. "Incontaminada", ainda. Plantações, animais, casinhas antigas e algumas em estilo enxaimel. Outras mais modernas, sofisticadas, mas sempre belas.
Tenho raízes em Pomerode também, por parte da avó paterna. Tanto que a Família Blank foi homenageada com o livro/documentário "Rota Blank - da Pomerânia à Pomerode",  escrito por mim e a prima Cristina Siegrist. Eu me surpreendia a cada linha que escrevia, pois sempre apareciam mais fatos e fotos, mais informações a respeito da família. Não imaginei que a Família Blank fosse tão grande, que tivesse se expandido tanto. E desde pequena tenho visitado parentes e amigos em Pomerode, com meus pais ou com amigos ou sozinha. A casa do bisavó fica um pouco antes de chegar na cidade e até foi cartão postal! Tenho levado muitos a conhecer Pomerode, fazendo aquele 'tour' que menciono lá em cima. Também foi rota de passagem para outras cidades, como Jaraguá do Sul, Joinville e São Bento do Sul. Outro dia, quando estava morando em Indaial, fomos ao Morro Azul com meu primo Lando. Fico feliz por ter levado minha mãe para visitar a cidade nas épocas de Páscoa e Natal. E foi em Pomerode que comprei meu segundo Fiat 147!!! Sobre Pomerode poderia escrever mais um livro aqui, mas não é o caso...

   





Presidente Getúlio


Tia Ussi é natural de Presidente Getúlio e foi através dela e família que conheci a cidade. Claro, em companhia de meus pais, quando pequena. E nos últimos anos, por conta própria. Os pais de tia Ussi tinham um sítio e a gente se deliciava comendo tangerina do pé! Pescando peixinhos no rio, nos fundos da casa. E acompanhando a hora da ordenha das vacas, da colheita de ovos no galinheiro e das verduras na horta. Era isso que a gente vivia quando era criança. Era tão bom que a saudade sempre batia, quando lembrava da casa deles! E esta saudade também foi satisfeita, quando anos atrás voltei para lá, a fim de acompanhar meus tios à casa dos parentes. Indescritível a sensação de voltar àquela casa, àquele lugar, àquele sítio... quase igual de como era há mais de 50 anos!








Rancho Queimado/ Taquaras


E de lá de Presidente Getúlio a gente pula aqui pra Serra do Mar, em Rancho Queimado, cidade natal do meu amigo Gabriel. E foi com ele e toda a turma do nosso Stammtisch, que passeei muito por Rancho Queimado, Taquaras e o Alto da Boa Vista, lugar ímpar! Pertinho de Floripa, é um pulo até lá. Gosto da época das hortênsias, no verão. Minhas filhas me pegam sempre no pé, pois todo verão convido-as para ver as hortênsias! Elas se divertem com isso... mas é um passeio deslumbrante, seguir por a estrada por dentro, de Rancho Queimado a Taquaras. Alí em Taquaras acontece a Festa do Morango, todo ano. E foi ali que, numa vinda com a família, de Vacaria, descemos a estrada de chão batido até uma pracinha. Loucos por um restaurante, o que não tinha (anos 90, por aí), pedimos água para uma senhora, numa das casas da pracinha. Ela muito gentilmente nos convidou a entrar, serviu água e contou sua história de viuvez, chorando a cada frase, lembrando do marido falecido. Taquaras era caminho dos Tropeiros, que vinham do oeste e do Rio Grande do Sul, vender mercadorias no litoral. Meu sogro era um dos tropeiros. Foi muito rico conhecer tudo isso. E mais tarde ficamos sabendo que o nome "Rancho Queimado" vem de um rancho que servia tropeiros e que, certa feita, queimou. Talvez alguém tenha deixado um lampião aceso... sei lá. Ou sapecaram pinhão dentro do rancho, sobre as brasas do fogo... Seja como for, Rancho Queimado tem muita história e recantos lindos!

                   



Rio do Sul


Excursão do Colégio à Rio do Sul, anos 70! E, como era de praxe, trouxe junto um postal de lá. Fomos A turma do Sagrada, de ônibus. Tinha alguma competição, não lembro mais bem, mas deu tempo de passear, conhecer a Catedral e se divertir! Algumas outras vezes tive que passar por lá, tipo a caminho de Bela Aliança, onde um marceneiro atendia meus projetos de móveis. E outra vez, quando morava em Indaial, fui com o Vinícius, na época de Natal, resolver assuntos de família. 






  












 




quarta-feira, 3 de junho de 2026

Por aí, em Santa Catarina: 500 anos de SC - Parte 5

 Quando Santa Catarina comemora 500 anos de legitimidade, relembro algumas das cidades que visitei e nas quais me hospedei, ou em casa de amigos, em alojamentos, acampamentos ou hotéis.

Há mais de 60 anos, cruzando estradas de barro, de paralelepípedo, calçamentos de pedra e asfalto a fim de visitar parentes e amigos e, de quebra, conhecendo cantos e recantos deste Estado Brasileiro apaixonante.

Listei quase 50 cidades em ordem alfabética e uma segunda lista composta pelas cidades do Litoral, às voltas de Penha e Canto Grande.

Lages

Cinco horas de viagem, de Blumenau à Lages: assim era nos anos 60... SC-470 sem asfalto, estrada de chão batido, pedras e britas pelo caminho. Entrava-se em Otacílio Costa e seguia-se até Lages. E tínhamos que ir, pois era de lá que vinham as máquinas de tricô Lanofix e Elgin Brother para serem vendidas na Loja das Linhas, em Blumenau. O representante das máquinas tinha uma loja de fios e linhas, a "Casa Fio de Ouro", se me lembro bem. Lages era pequena, comparada com hoje. Quase nada de prédios no centro, frio e lareiras acesas no inverno. O dono da loja tinha muitos filhos e a loja ficava na própria residência. Brincávamos com os filhos, todos bem encasacados, numa pracinha bem perto da casa deles. As idas e passagem por Lages se sucederam ao longo dos anos, pois era caminho para Vacaria, por exemplo, onde residiam meus sogros. E o ônibus que ia à Porto Alegre também fazia parada em Lages. Essas idas e vindas aconteciam pela avenida Presidente Vargas (se não estou enganada), bairro Coral (este tenho certeza!) onde ficava a "Casa Fio de Ouro", pois naquela época a SC-282 ainda não passava direto por onde passa hoje, até alcançar a BR-116. Teve uma vez que fomos na Festa do Pinhão. Mas faz tempo e esta acontecia só num final de semana... E teve outra vez que pernoitamos no Le Canard, numa volta para Blumenau. Foi em Lages também, que minha tia Ivone, morando em Otacílio Costa, teve seu primeiro filho, o Paulinho. Isso nos anos 70. Depois disso, nunca mais parei em Lages, apenas passei a caminho de São Joaquim ou Vacaria. E foi assim que pude perceber o crescimento e as mudanças na cidade: o que antes era pujante por causa das madeireiras, agora, com o fim da exploração da madeira, estava totalmente transformado.




            Laguna

Quem nunca foi pra Laguna? Cidade natal de Anita Garibaldi e conhecida pelo Carnaval. Viveu a Guerra dos Farrapos, ilumina as noites dos barqueiros e viajantes marítimos com seu Farol de Santa Marta e banham-se os turistas na praia do Molhes e Itapirubá... recentemente recebeu uma ponte nova sobre a Lagoa Santo Antônio, ponte estaiada (suspensa por cabos de aço) e que segue o caminho pela 101. Foram incontáveis as vezes que passei pela 101, rumo ao sul: Porto Alegre, Gramado, Torres e outras cidades mais. Lembro de uma vez que estávamos à caminho de Porto Alegre, no final do dia. Os restaurantes de frutos do mar nos convidaram a um jantar. Paramos, jantamos e seguimos viagem. Até Araranguá, somente, porque bateu um sono terrível e tivemos que nos hospedar e pernoitar por ali mesmo. Estávamos com as crianças. No dia seguinte seguimos para o destino. Me encanta o tipo de ponte "estaiada", pela sua estrutura, sua engenharia. A primeira ponte que vi, deste tipo, foi em Tampa, na Flórida, em 1989. 


Criciúma



Tampa-Fl

   


Morro dos Conventos

E nossa passagem por Morro dos Conventos também não teve registro em fotos. Conhecida suas praias e paisagem exuberante, nos hospedamos para aproveitar a natureza e as águas. Delícia pura!


Nova Trento

2025: o ano que visitei Nova Trento e o Santuário Madre Paulina. Taiane e eu estávamos a caminho de um evento em Brusque e no caminho passamos pelo Santuário de Schoenstadt (Tijuqinhas), pelo Santuário Madre Paulina e na volta de Brusque passamos por Azambuja. Minha mãe já tinha visitado Nova Trento, com o irmão Marek. Marek faleceu em 2016 e minha mãe em 2021. Então eles conheceram o Santuário ainda no início das atividades, pois foi concluído em 2006. Talvez, na época, não havia ainda tanto suporte como tem hoje, em termos de hospedagem, restaurantes e outras conveniências. Inclusive lojinhas de lembranças. O Santuário surpreende pela sua localização, no alto da montanha. E pela sua arquitetura. Não tem como se fascinar... seguindo o caminho, fomos à Brusque. Só que resolvemos pegar um 'atalho' e pegamos uma estrada de chão. Caminho pelo interior, com subidas e descidas, muito verde nas margens. Algumas passagens bem inóspitas, às vezes assustador, outras vezes de paisagens deslumbrantes. E assim foi!


 



Orleans

E teve uma vez que fomos para Orleans, visitar a amiga Mary e família que estavam morando por lá. O marido, engenheiro de estradas, estava a serviço nesta cidade. Foi em 1985 e Heloisa era uma bebezinha. Passeamos pela cidade e demos umas voltas em Criciúma também, onde almoçamos. No fim da tarde retornamos para Florianópolis. Não tivemos registros em fotos.

  
Otacílio Costa

Minha primeira viagem de ônibus, sozinha, foi para Otacílio Costa, onde meus tios Chico e Ivone moravam. Ele trabalhava na Olinkraft. Meu pai me embarcou na antiga Rodoviária de Blumenau, na rua 7 de Setembro e me fui! Feliz da vida por estar viajando sozinha! Era dezembro e minha tia, grávida, teve seu primeiro filho naqueles dias. Meu tio saiu de madrugada, de fusquinha, para a maternidade de Lages, pois Otacílio Costa, muito pequena, não tinha nem hospital. Ele voltou feliz para casa, com o nascimento do filho Paulo! Mas disse que passou um beirado na estrada, ainda não asfaltada e com muitas pedras pelo caminho. Dias depois recebi carta do meu pai dizendo que era hora de eu voltar para casa. E assim, meu tio Chico me embarcou no ônibus e voltei para Blumenau. Visitei meus tios mais algumas vezes, inclusive com meus pais. E em maio de 1973 fui ao casamento de outro tio, Andy. A noiva Ana Lizete (tia Zete) era de Otacílio Costa e a cerimônia aconteceu lá. Foi num sábado de chuva, muita chuva. Era maio. 





 












segunda-feira, 1 de junho de 2026

Por aí, em Santa Catarina: 500 anos de SC - Parte 4


    Quando Santa Catarina comemora 500 anos de legitimidade, relembro algumas das cidades que visitei e nas quais me hospedei, ou em casa de amigos, em alojamentos, acampamentos ou hotéis.

Há mais de 60 anos, cruzando estradas de barro, de paralelepípedo, calçamentos de pedra e asfalto a fim de visitar parentes e amigos e, de quebra, conhecendo cantos e recantos deste Estado Brasileiro apaixonante.

Listei quase 50 cidades em ordem alfabética e uma segunda lista composta pelas cidades do Litoral, às voltas de Penha e Canto Grande.

Itá

Itá foi o seguinte: tempos antes de virar represa, fomos convidados pelos compadres Mário e Gisa a conhecer as obras. Ele era advogado na Eletrosul,  empresa que estava construindo a represa. Foi uma viagem mais prolongada, pois além de Itá passamos em Chapecó e visitamos Sara, irmã de Gisa. Seguindo viagem, descemos o coração do Rio Grande do Sul, parando em Cruz Alta, Santa Maria e, finalmente, Pelotas (cidade Natal do Mário e da Gisa). Em Itá ficamos hospedados no alojamento da Eletrosul e das obras da represa. Um dos engenheiros foi quem nos recebeu, acomodou e nos mostrou todo o complexo que estava sendo construído. Visitamos também a cidade, antes de ser totalmente inundada (só a torre da igreja ficou acima do nível da água) e visitamos onde estava sendo a nova cidade, isto é, para onde estavam se mudando os moradores da cidade, da parte que ia ser inundada. Foram alguns dias, no inverno. 1992, inverno. Frio, sim, muito frio nestas bandas de Santa Catarina. 


Itajaí

Foram muitas as idas e vindas à esta cidade portuária... antes ainda, de quando o aeroporto ainda era em Itajaí e de onde meus tios Andy e Nicky embarcaram para os Estados Unidos, em 1969. Meus pais tinham até um terreno no Bairro Cordeiros e lembro de um dia sairmos de Blumenau para passar lá no terreno. Ou quando se ia para Cabeçudas, veranear, Itajaí era passagem obrigatória. Saudosamente, quando vou à Itajaí e tenho tempo, faço questão de contornar o Porto, dar uma espiadinha na Balsa e voltar à 101 por este que era o antigo caminho para entrar e sair da cidade. Sim, não naqueles tempos não havia o Viaduto sobre a 101 e muito menos as outras entradas/viadutos e acesso à Brusque por alí. Pode-se dizer que, naqueles tempos, as margens da 101 eram de pasto e algum gado. Nada de conteineres e seus muitos depósitos. Viajar pela 101 era uma suavidade... até que a cidade foi crescendo, se expandindo e o trânsito tumultuou. Foram inúmeras as idas á esta cidade; ou a passeio ou a trabalho, compromissos e procura de documentos em Cartórios. Fico feliz porque minha mãe topou e fizemos um tour por esta e outras cidades em volta. Subimos um dos morros e, pela primeira vez, depois de muita idade, conheci o Rio Itajaí-Açú em suas muitas curvas até desaguar no Atlântico. Só do alto isto é possível e fiquei surpresa com as muitas curvas que faz até que flua numa linha só, onde então está o Porto e a Balsa. Balsa esta que passei muitas vezes... com meus pais, amigos e mesmo sozinha. Houve época que era o único acesso ao norte do Estado, à Navegantes, Penha, Joinville, etc. Eu ia com medo, assustada, mas ia. Tinha que ir, não tinha outro jeito! Hoje é um passeio, uma travessia que se faz com admiração. E então, ficamos sabendo que Itajaí ia ter um shopping... e pela avenida principal chegava-se direto à Catedral... e o Hospital Marieta Konder Brornhausen era sempre muito comentado nas rádios, por um outro paciente muito conhecido, que lá estava sendo tratado. Itajaí não tinha prédios. Se tinha, eram poucos e baixos. Hoje é uma metrópole. Céus... sofreu muito numa das últimas enchentes. Ah! em  julho de 1978 fui com meu pai receber um Certificado de Honra ao Mérito, pois tinha participado de um Concurso de Poesia e fui agraciada. O evento era à noite e lembro que saímos do teatro e fomos comer uma pizza, em algum lugar ali na cidade. Fiquei feliz com a premiação! Itajaí fascina pelo Porto, pelos muitos e enormes navios e embarcações que ali passam e aportam. Pela cultura popular e seus muitos pescadores; pelo Rio, imponente, que faz divisa com Navegantes e permite acesso às cidades rio acima, muito embora, atualmente, este acesso seja pouco usado. Foi em outras épocas, quando do Porto de Blumenau o deslocamento de produtos se fazia pelo Rio. Naquele tempo as ruas eram precárias, vale lembrar. Assim, o Rio facilitava o transporte.


2014 - no mesmo local de 1978

1978




Itapiranga

É lá, no finalzinho de Santa Catarina, na pontinha ao sul do oeste do Estado, que fica Itapiranga, Berço da Oktoberfest. Às margens do imenso Rio Uruguai, exibe tem 3 fronteiras: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Argentina. Dos altos de Itapiranga é possível ver as fronteiras. A travessia de Santa Catarina para o Rio Grande do Sul é feita por balsa. Ou barcos-táxi, usados por muitos trabalhadores que vem de lá pra cá ou vão daqui pra lá. A cidade é um charme só: Tem origens germânicas, então muito do que ali existe tem esta influência. A mais antiga igreja de madeira, totalmente construída em madeira, está lá, em Itapiranga! Minha amiga Dirlei mora numa cidade próxima e assim, por duas vezes, estivemos andando em Itapiranga: 2023 e 2025.



                          


Jaraguá do Sul

Minha Oma tinha parentes em Jaraguá do Sul e eu era a neta escolhida, eleita, para viajar com ela, fazendo companhia. Um destes parentes tinha uma Padaria, bem conhecida na cidade. Íamos de ônibus  ou outra vez fomos com meu Opa, de carro. Numa outra vez, quando eu participava da Chefia do GELB, o Grupo Escoteiro Leões de Blumenau, fomos com as Alcatéias de Lobinhos e os Lobinhos participaram da Lobimpíada. Ficávamos alojados em clubes ou escolas. Lembro que as competições aconteceram num clube às margens do rio. Isto nos anos 70. Em 2008 passei por Jaraguá de novo, indo e voltando para São Bento do Sul, no Lançamento de um livro meu. Me assustei com a mudança da cidade, de como tinha crescido e eu não reconhecia mais direito o caminho de volta por Pomerode. Tudo estava modificado. 



Joinville


   Joinville á é diferente de Jaraguá: de vez em quando passo por lá, visitando amigos e parentes ou frequentando algum evento. Desde os tempos de menina, quando a tia Ruth, já casada e lá morando, me escrevia cartas e convidava a Oma. Claro, a neta eleita para acompanhar era eu! E eu ficava muito feliz! E então caminhávamos pela rua XV, onde morava, até o centro. Era tudo muito mágico, muito bonito! Acho que eu via tudo com "olhos de turista"! E com os Lobinhos também fomos, num acantonamento, ou era uma competição, não lembro mais. A cidade me encantava, e continua encantando... Já fui fazer pesquisa para a Árvore Genealógica, na Biblioteca e no Arquivo. E visitar, muitas outras vezes, Cristina, Sílvia, os primos e a tia. O Museu, sim visitamos o museu com os Lobinhos! E trouxe cartões postais comigo para ter uma lembrança da cidade. Ainda outra vez, anos 2000+, fomos a família toda assistir uma noite do Festival de Dança Bolshoi.




Joaçaba

Só pra constar, cheguei, parei, me hospedei e noutro dia segui caminho... Gostei da cidade, mas foi uma visita de médico, muito rápida. Tipo parada no meio do caminho, para seguir viagem no outro dia. Ou foi com amigos ou com família. Não sei como foi, só sei que foi!!!