Neste 28 de agosto comemoram-se os 277 anos de Joahnn Wolfgang von Goethe.
Coincidências à parte, é também o dia de nascimento de minha avó paterna Emilie Schulz, nascida Blank, em 1904.
E o amigo Sérgio Campregher, escritor, historiador e membro do IHGSC-Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, postou o seguinte sobre Goethe:
Johann Wolfgang von Goethe, o gigante da literatura alemã nasceu em 28 de agosto de 1749, em Frankfurt am Main. Esta medalha comemorativa (da foto acima), foi encomendada pelo filho de Goethe, e cópias foram distribuídas aos convidados nas celebrações de seu 80o. aniversário, em 1829. Ao retratá-lo à maneira de uma figura do Renascimento, a medalha sintetiza o gosto e a afinidade do Goethe pela arte e pela literatura daquele período.
Faleceu em 22 de março de 1832, em Weimar. Foi escritor, poeta.
Aclamado gênio no Segundo Reich, suas ideias foram fundamentais para a instauração da República de Weimar, após a Primeira Guerra Mundial. Já na Alemanha Nazista, sua obra fora deixada de lado, pois suas ideias humanistas não cooptavam com a ideologia nazista.
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| Monumento em Viena |
Grande interessado em culturas, Goethe não deixou de observar aspectos da cultura brasileira. Em sua biblioteca constavam 17 títulos de obras que tratavam do Brasil, além de estarem registrados empréstimos de livros do tema na biblioteca de Weimar.
Na literatura, Goethe influenciou autores de renome como Machado de Assis e Guimarães Rosa.
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| Lago di Garda-Itália |
Educados, inicialmente, pelo próprio pai e, depois, por tutores contratados, Goethe e sua irmã receberam uma ampla educação que incluía o estudo de francês, inglês, italiano, latim, grego, ciências, religião e desenho. Goethe teve aulas de aulas de violoncelo e piano, além de dança e equitação. O contato com a literatura se deu desde a infância, através das histórias contadas por sua mãe e da leitura da Bíblia. A família tinha uma biblioteca que continha mais de 2000volumes.
Goethe começou sua viagem à Itália em 1786, tendo anteriormente interrompido três tentativas de fazer tal viagem. Ele viajou (quase sempre sozinho) de Carlsbad via Eger, Regensburg, Munique, Mittenwald, Scharnitz, Seefeld, Zirl, Innsbruck e Brenner, Bolzano, Trento no Lago di Garda (Torbole e Malcesine), em seguida para Verona, Vicenza, Pádua, Veneza, Ferrara, Cento, Bolonha, Loiano, Perugia, Terni e Città Castellana quanto tomou rumo a Roma, onde permaneceu por quatro meses. Ele então dirigiu, juntamente com o pintor Johann Heinrich Wilhelm Tischbein, via Velletri e Fondi para Nápoles. Ficou por lá quase cinco semanas, fez duas excursões ao Vesúvio e visitou Pompéia, Caserta, Cápua, Herculano e Paestum. Em seguida ele navegou para a Sicília, onde visitou Palermo, Alcamo, Castelvetrano, Sciacca, Girgenti, Caltanissetta, Catânia, Taormina e Messina. Seu retorno levou-o novamente a Nápoles, novamente a Roma. Aqui permaneceu por quase um ano, visitou a área circundante e dedicou-se ao estudo da antiguidade, especialmente exercícios práticos de pintura e desenho e a continuação de sua obra literária antes de ir à Páscoa no caminho de volta para Weimar. Ele encontrou Siena, Florença (que ele havia acabado de tocar na jornada da impaciência para finalmente chegar a Roam), Bolonha, Modena, Parma, Piacenza e Milão - estações que, no entanto, não são comentadas em sua jornada italiana.
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| Goethe e Schiller |
A alegria e o amor são as duas grandes asas para os grandes feitos. Foi extraordinário poeta, dramaturgo, romancista, cientista e homem de Estado.
Agradecimentos ao historiador Sérgio Campregher pelo texto que tão bem nos dá uma visão da vida de Goethe e pela permissão em postar/publicar neste Blog.
*A Teoria das Cores
*As afinidades Eletivas
*Fausto (I e II)
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