segunda-feira, 6 de abril de 2015

O TRABALHO DE TECELAGEM NA POLÔNIA

Logo depois da Páscoa, assim que a crosta gelada do inverno não é mais vista sobre os campos, é semeado o linho. Percebe-se também que o ar fica mais quente logo depois da vigília de Felipe e Jacó. Depois que o linho é plantando, há toda uma rotina de trabalho – capinar, rastelar, roçar, arrancar as ervas daninhas, colher, secar, debulhar e bater.
Esta rotina é seguida com a previsão de em maio os tecidos elaborado nos teares estarem prontos. É quanto então os tecidos passam por uma “passadeira”  que tem dois rolos. E a melhor época para este serviço é quando o pomar está florindo, quando o tempo está bom, o sol está brilhando; pois então o tempo é adequado para virar os tecidos dos dois lados, molhá-los e deixá-los secar. Assim, tudo é feito de maneira certa para que tenha uma boa apresentação.

Da produção, os empregados recebem uma parte de tecido mais simples, enquanto que para a casa do patrão vão os tecidos melhores, mais elaborados. E o restante da produção é então vendido. Estes tecidos não devem ser guardados em local inadequado para que não fiquem com mau cheiro. É preciso secar de vez em quando, virando-os de um lado para o outro e não deixar que fiquem sujos, para que não criem fungos e apodreçam.