Era uma vez um homem rico, de nome Scrooge, um tremendo pão duro. Um velho sovina, avarento, mesquinho, unha-de-fome e ganancioso.
Solitário e fechado como uma ostra. Onde ia, levava consigo sua frieza, que gelava o escritório mesmo em dias quentes.
Sim, ele tinha um escritório e um sócio, o Marley. E o que aconteceu com este sócio, é deveras intirigante.
Num desses dias de trabalho, perto da véspera de Natal, o de Scrooge sobrinho gritou da porta do seu escritório: -Feliz Natal, titio!
E a resposta do tio foi: -Bah! Que bobagem!
Assim era Scrooge com a maioria dos eventos e pessoas à sua volta. Tudo lhe era bobagem. Importante apenas o trabalho, o dinheiro, o trabalho no escritório. Soa bem atual...
Seu sócio Marley era falecido há alguns anos. Mas um dia...
Scrooge se surpreende e algo muito incomum acontece.
Certo dia li a respeito de como surgiu o Conto de Natal. Como não encontrei o livro aqui no Brasil, numa das viagens aos USA adquiri o mesmo, numa das livrarias de lá.
Anos mais tarde encontrei a versão traduzida para o português, em livro de bolso da L&PM Pocket. Comprei, lógico! E me deliciei novamente com a leitura!
Sua leitura é leve e a narrativa transcorre de forma a prender a atenção do leitor.
Reza a lenda que as pessoas passaram a ter outro comportamento, após conhecerem este conto, escrito e publicado em 1843. As ilustrações do livro original são de John Leech. A repercussão positiva do seu conto foi um incentivo para escrever uma história de Natal a cada dezembro.
Charles Dickens nasceu em fevereiro de 1812, na Inglaterra, onde viveu a era Vitoriana. Além de escritor, montou um grupo de teatro amador e foi também diretor de um Jornal. Teve como amigo o escritor de contos de fadas Hans Christian Andersen.
Faleceu em 1870 e é enterrado no Poet's corner, entre Sheakespeare e Henry Fielding (romancista inglês). (Fonte: Um Conto de Natal, L&PM Pocket, 2008)
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